Mulher que envenenou a filha continua em estado grave no Hospital do Funchal


 

Lusa / AO online   Nacional   3 de Nov de 2007, 10:28

A mulher de 31 anos que alegadamente matou a filha de dois anos por envenenamento, continua em estado grave no Hospital Central do Funchal, tendo sido transferida para a Unidade de Cuidados Intensivos.
    Em declarações à agência Lusa, Rafael Freitas, chefe da equipa do Serviço de Urgência da unidade de saúde madeirense referiu que se verificou durante a noite uma ligeira melhoria da paciente, mas que "o seu estado de saúde se agravou cerca das 02:00, pelo que foi necessário transferi-la para os Cuidados Intensivos".

    "Continua em estado grave, ventilada, pelo que está incontactável", adiantou.

    O Tribunal de Família e Menores havia retirado à mãe a guarda da criança, que estava confiada à Fundação Zino, no Funchal.

    Aparentemente, durante uma visita na instituição terá feito a filha ingerir um sumo, que tudo indica teria algum produto tóxico e depois tentou suicidar-se.

    A equipa da EMIR (Equipa Médica de Intervenção Rápida) foi chamada ao local, mas foram infrutíferas as tentativas para salvar a criança, que chegou ao hospital já cadáver.

    Em declarações à Lusa, uma fonte da Polícia Judiciária confirmou ter sido activada, ao final da tarde de sexta-feira para este caso, que classificou de "uma situação de eventual homicídio de uma criança, seguida de um suicídio da mãe", acrescentando que a "PJ está a recolher elementos".

    Só o resultado da autópsia poderá determinar qual o produto que provocou a morte da criança.
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