FC Porto obrigado a vencer dérbi com Boavista para recuperar segundo lugar

O FC Porto está hoje obrigado a vencer na receção ao Boavista, na 30.ª jornada da I Liga de futebol, depois das vitórias do líder Benfica e do Sporting de Braga, que ultrapassou os ‘dragões’ no segundo posto.



Numa partida agendada para as 18:00, os ‘dragões’ precisam de ganhar para ascender aos 73 pontos e recuperar o segundo posto, ante os 71 dos minhotos, e colocar-se de novo a quatro pontos dos ‘encarnados’, que contam 77.

As ‘águias’ venceram em casa do Gil Vicente por 2-0 e os ‘arsenalistas’ golearam na receção ao Portimonense (4-1), servindo de dupla pressão aos comandados de Sérgio Conceição, que têm pela frente o rival da cidade ‘Invicta’.

Apesar do 12.º posto, com 37 pontos, os ‘axadrezados’ têm o quinto melhor ataque da I Liga e estão numa série de três jogos seguidos a pontuar (duas vitórias, um empate), apresentando-se como ‘teste’ às aspirações de continuar a lutar pelo título do campeão, que vence consecutivamente há quatro jornadas.

A 30.ª ronda, de 34, encerra com o Sporting-Famalicão, que arranca pelas 20:30 e opõe os ‘leões’, quartos classificados com 61 pontos, aos minhotos, ultrapassados nesta ronda, à condição, pelo Vitória de Guimarães na luta pelo sexto lugar, que pode dar acesso à Liga Conferência Europa.

Se os anfitriões estão numa ‘ilha’, a nove pontos do terceiro lugar e com 13 de vantagem para o quinto classificado, os forasteiros seguem no meio de uma acesa luta pelos postos europeus e só a vitória lhes permitirá recuperar o sexto posto e aproximar-se do quinto, o Arouca, que perdeu no arranque da ronda em casa do Rio Ave (1-0).

Antes, no primeiro jogo do dia, o Estoril Praia, em ‘queda livre’ e no 15.º posto, com 25 pontos e três derrotas seguidas, recebe o lanterna-vermelha Santa Clara, com os açorianos obrigados a vencer, a quatro rondas do fim, para ainda sonharem com a manutenção – têm apenas 16 pontos, a seis do lugar de play-off de manutenção.


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Greve geral

O Governo Regional dos Açores esclareceu que “não fixou quaisquer serviços mínimos” no dia da greve geral, ao contrário do que foi referido pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS)