Óbito/Paulo Gonçalves

Cortejo fúnebre acompanhado por uma centena de ‘motards’

O corpo de Paulo Gonçalves, que morreu no Rali Dakar, chegou esta quinta-feira ao fim da manhã ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com o cortejo fúnebre, acompanhado por cerca de uma centena ‘motards’, a seguir para Esposende, Braga.



Os amigos e conhecidos do malogrado piloto, que morreu na sequência de um acidente na sétima etapa da edição deste ano da maior competição de todo-o-terreno, quiseram prestar-lhe uma homenagem e acompanhar o cortejo fúnebre em direção a Esposende, terra natal de Paulo Gonçalves.

Depois de cumpridos os necessários trâmites burocráticos, o corpo do piloto deixou as instalações do aeroporto, com batedores da polícia a liderar o caminho e mais de uma centena de motas a seguirem na traseira do carro fúnebre.

No trajeto até à autoestrada que liga o Porto a Esposende, alguns populares pararam na berma da estrada para aplaudir a passagem do cortejo, num clima de emoção semelhante ao vivido pelos ‘motards’, que desde de manhã se concentraram no aeroporto a aguardar pela chegada do corpo do piloto.

O cortejo fúnebre de Paulo Gonçalves vai passar pelo centro de Esposende antes de rumar à freguesia de Gemeses, onde o corpo ficará em câmara ardente, a partir das 16:00.

O funeral vai realizar-se na sexta-feira, pelas 16h00 (menos uma nos Açores), na Igreja de Gemeses, em Esposende, concelho do distrito de Braga, em que foi decretado dia de luto municipal.


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Região conta com mais de 400 empresas de animação turística licenciadas. Os dados foram divulgados pela Secretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas, em resposta a críticas da AREAT, que alertou para a atividade ilegal e a falta de fiscalização no setor