Volta a aproximar-se o dia em que, durante anos, desci a Avenida da Liberdade entre cravos, vozes e memória. Naquela marcha anual, descer era, paradoxalmente, um gesto de elevação nacional. Este ano, o 25 de Abril calha a um sábado. Haverá quem lamente um feriado perdido. Mais grave seria perder a consciência cívica que a data...
