O velho baleeiro, na sua vigia, percebe uma coisa simples: o que passa não permanece. Vê o avião que aterra de manhã e parte 30 minutos depois. Vê o cruzeiro que atraca, despeja a multidão e desaparece antes do jantar. Vê o atum que passa e segue. E sabe que uma ilha que confunde movimento com futuro acaba, mais cedo ou mais tarde, a hipotecar o que tem de mais valioso.
Os Açores estão a confundir...
O que passa e o que fica - Dependência e autonomia
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