Saúde

Urgências nos hospitais baixam 1,2 por cento


 

Lusa / AO online   Nacional   28 de Nov de 2007, 15:49

O número de urgências hospitalares em Portugal baixou 1,2 por cento nos primeiros nove meses deste ano em relação ao período homólogo do ano passado, enquanto as consultas cresceram quatro por cento.
Dados apresentados ésta quarta-feira pelo ministro da Saúde na comissão parlamentar de Saúde revelam uma diminuição do número de pessoas que tem recorrido às urgências dos hospitais portugueses, apesar de ainda não se saber qual o contributo do novo serviço telefónico Saúde 24 para esta redução.

De acordo com estimativas realizadas há dois anos pela Direcção-Geral de Saúde, a linha telefónica de atendimento Saúde 24 poderá evitar que mais de 13 mil utentes recorram às urgências hospitalares por mês, mas desde que a linha entrou em funcionamento ainda não foi calculada a sua influência real.

Aproveitando um comentário da deputada do PSD Ana Manso, que considerou que o acesso dos utentes ao Serviço Nacional de Saúde tem sido restringido, o ministro Correia de Campos anunciou que até Setembro deste ano cresceu o número de consultas, de internamentos hospitalares e de cirurgias.

Em comparação com o período homólogo de 2006, as consultas aumentaram quatro por cento, o número de primeiras consultas cresceu 7,8 por cento, os internamentos tiveram um ligeiro aumento de 0,4 por cento e realizaram-se mais de 6,2 por cento de cirurgias.

Na comissão parlamentar, o ministro aproveitou para reiterar que este ano não haverá orçamento de estado rectificativo a área da saúde, mas deixou em aberto o que possa acontecer em 2008.

Questionado sobre o assunto, Correia de Campos disse acreditar que a saúde dispensará um orçamento rectificativo no próximo ano, mas adiantou que só o pode garantir em meados de 2008.

"Em 2007 não vamos ter orçamento rectificativo. 2008 a Deus pertence, mas penso que vamos dispensar, mas a prova dos nove tira-se em meados do próximo ano", declarou.

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