"Rua Sésamo" ajudou a compensar falta do pré-escolar


 

Paula Lagarto, Lusa / AO online   Nacional   10 de Nov de 2009, 10:14

A Rua Sésamo nasceu há 40 anos nos EUA e marcou gerações de crianças em todo o mundo. Em Portugal, assumiu como principal missão ajudar a baixar as altas taxas de reprovação no básico que se registavam em 1989 e colmatar a pouca cobertura que então tinha o pré-escolar.
Quando o Poupas começou a falar português corria o ano de 1989 e o ensino pré-escolar tinha uma cobertura pouco superior a 30 por cento. Por outro lado, as taxas de reprovação na primeira e segunda classes rondavam os 40 por cento.

Estes indicadores, aliados à preocupação com os muitos imigrantes que chegavam então a Portugal e com os países africanos de língua portuguesa (PALOP) acabaram por centrar a versão lusa nas questões da leitura e escrita. Mas os denominados "poderes da criança" não foram esquecidos.

"A criança ser capaz. Lembra-me o que o Obama diz: 'yes, we can' e era um bocadinho essa ideia que queríamos transmitir", recorda, em declarações à Lusa, a directora pedagógica da versão portuguesa da série norte-americana, Maria Emília Brederode Santos.

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