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Rio quer “coragem política” para pacto abrangente sobre descentralização

O presidente do PSD, Rui Rio, pediu este domingo “coragem política” para fazer “um pacto político abrangente” sobre descentralização, considerando que o atual nível de assimetrias é próprio de “um país atrasado”.

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Foto: RUI FARINHA / LUSA
Autor: AO Online/ Lusa

“A excessiva concentração de meios públicos e privados nas áreas metropolitanas, particularmente na de Lisboa, acrescida de uma lógica profundamente centralizadora, tem vindo a ser mortífera para o desenvolvimento do país”, afirmou Rio, na sua intervenção no encerramento do 38.º Congresso do PSD.

Para o líder reeleito, “não é justo, nem sequer inteligente abandonar o grosso do território”, considerando que tal condena parte do país à estagnação e, por outro, piora a qualidade de vida na capital, onde “tudo se concentra”.

“Temos que ter a coragem de fazer um pacto político abrangente, no quadro do qual possamos assegurar, com continuidade, recursos e políticas descentralizadoras que discriminem positivamente o interior e sejam capazes de criar investimento e postos de trabalho”, defendeu.

Numa longa intervenção, em que abordou quase todas as áreas da governação, Rio alertou também para os problemas futuros na área da Segurança Social, defendendo a necessidade de reformas, embora aqui sem voltar a propor um entendimento alargado, como já fez no passado.

“O Governo tem confundido a presente situação conjuntural da Segurança Social com o seu equilíbrio estrutural em face da evolução demográfica que o país está a ter”, afirmou, alertando que o essencial neste setor é o “equilíbrio estrutural”.



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