Revista de imprensa Açores

A revelação de que os No Name Boys são financiados pelo tráfico de droga e um novo pedido de suspensão do processo de avaliação de desempenho de professores são temas hoje em destaque na imprensa de Lisboa.


O Público destaca “Conselho das Escolas pede ao Governo para parar a avaliação”.

    O jornal escreve que a maioria dos professores (30 em 53) presentes segunda-feira na reunião do Conselho das Escolas com a ministra da Educação aprovou um documento pedindo à tutela que suspenda o processo de avaliação de desempenho.

    Na capa, o Público realça ainda um estudo publicado pela revista The Lancet que indica que os anos de vida com saúde após os 50 anos variam entre os nove e os 23 anos para os homens e os 10 e os 24 para as mulheres.

    “No Name Boys: Tráfico de droga pagava viagens com o Benfica” é outro título de destaque no Público, referindo que a PSP chegou à conclusão de que a claque, afecta ao Benfica mas não reconhecida pelo clube, traficava droga para angariar fundos para a sua actividade.

    A polícia deteve 30 elementos do grupo por suspeita de crimes, entre eles, associação criminosa, posse e tráfico de armas de fogo, tráfico de droga, roubo e incêndio.

    Também o Correio da Manhã destaca na sua edição de hoje “Droga paga No Name Boys”, referindo-se às conclusões de uma investigação da polícia à claque de futebol.

    O CM puxa ainda para a capa o acidente entre um camião cisterna e um veículo de reboque na A1, que causou um morto e um ferido grave e obrigou ao corte da auto-estrada devido ao derrame de combustível.

    O Diário de Notícias adianta na primeira página “Norte é a 2ª região da Europa em despedimentos colectivos”.

    O jornal refere que a lista, elaborada pela Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound), é encabeçada pelo Sul e Este da Irlanda.

    “Prisão preventiva para três No Name Boys” é outro título do DN, adiantando que a PSP apreendeu várias armas e 11 quilos de droga na posse da claque no Benfica.

    O matutino anuncia ainda “’Operação Furacão’ em risco com fim do segredo de justiça”, realçando que a Tribunal Constitucional nega pedido para prolongar prazo da investigação.

    “Estado já cortou 175 mil pensões de invalidez” é a manchete do Jornal de Notícias, contando que em 18 anos, o número de pensionistas baixou à média anual de dez mil.

    Mais rigor dos serviços de verificação de incapacidades ajudou à redução, acrescenta o JN.

    O diário destaca ainda que os “Professores param dia 3” e “Tráfico de droga e armas financiava ‘No Name Boys’”.

    O 24horas titula “Droga pagou viagens e bilhetes à claque do Benfica”, contando que os No Name Boys foram apanhados com armas, haxixe, cocaína, ecstasy e liamba.

    “Sócrates deu o Magalhães a miúdos mas depois tiraram-lhes a ‘prenda’” e “este ano já morreram 40 mulheres por violência doméstica” são outras chamadas de capa do 24horas.

    O Jornal de Negócios destaca na capa uma entrevista ao presidente da Sonae, Paulo Azevedo, na qual este fala do grupo e dos desafios futuros.

    “Nunca lançaríamos uma OPA sobre a ZON sem sermos convidados” disse Paulo Azevedo ao JdN.

    O económico dá ainda conta de que as “Queixas da banca mais que duplicaram”.

    O Diário Económico avança na capa “Miguel Cadilhe quer processar administração de Oliveira e Costa”, salientando que a Sociedade Lusa de Negócios vão reunir-se em Assembleia-Geral para decidir o futuro depois da nacionalização do BPN.

    “Crise trava produção da Autoeuropa” e “Bruxelas pede cautelas no investimento público” são outros assuntos abordados no DE.

    O jornal O Diabo destaca “O que a ministra da Saúde não sabia…SNS [Serviço Nacional de saúde] com ‘buraco’ de 330 milhões de euros em 2007”.

    De acordo com o jornal, o défice previsto (176 milhões) aumentou em 87,5 por cento.

    O Diabo puxa ainda para a capa os títulos “Os professores têm cada vez menos tempo para ensinar” e “Bancos exploram mais as famílias que as empresas”.

    O Benfica está na capa dos matutinos desportivos, mas por motivos diferentes.

    Em A Bola a manchete é ocupada pela operação policial contra a claque benfiquista No Name Boys, com o título “tudo menos futebol”, mostrando armas e droga apreendidas à “claque não legalizada do Benfica”.

    O jornal diz ainda que dez elementos daquela claque “voltam hoje a ser ouvidos em tribunal. Os outros saíram com termo de identidade e residência” e dá conta de “desacatos à porta do Tribunal de Instrução Criminal”.

    O Jogo dedica a capa ao argentino Pablo Aimar, do Benfica, anunciando “um novo Aimar”, para explicar que “há mais de um ano que não aguentava dois jogos seguidos completos”.

    O matutino chama ainda a atenção para a operação policial contra os No Name Boys, referindo que foi “apreendido arsenal de armas, dinheiro e droga” e que o “incêndio no autocarro dos SuperDragões consta da lista policial” e que “10 dos 30 elementos continuam detidos”.

    Na primeira página do Record surge uma entrevista com o central brasileiro Sidnei, autor do tento da vitória sobre o Estrela da Amadora, que garante: “não vou ficar por aqui”.

    “Sidnei entra na história com 3 golos nas primeiras 7 partidas”, comenta o jornal, que acrescenta que o jogador soube pelo Record “que nunca um defesa tinha marcado com tão poucos jogos no Benfica”.
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Jaime Vieira, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande, afirmou ao Açoriano Oriental que a autarquia não decidirá sobre uma eventual transferência da EB1/JI Foros para a nova escola da Gaspar Frutuoso, uma vez que “não tem competência nem legitimidade para abrir ou encerrar estabelecimentos de ensino”