Açoriano Oriental
"Quero debate para anular a narrativa oficial dos Açores virgens antes dos portugueses"

Antonieta Costa Investigadora do CITCEM da Universidade do Porto e coautora do livro “A Marca Invisível” fala-nos da investigação que tem desenvolvido na ilha Terceira e da sua tese de que os Açores têm uma história, ainda por contar, anterior à presença portuguesa.

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Foto: Direitos Reservados
Autor: Paula Gouveia

Foi lançado no fim de janeiro, em Angra do Heroísmo, o livro “A Marca Invisível”, da sua autoria e de Magno Jardim. Qual é o objetivo desta publicação?


Face à atitude negativa assumida frente a uma vasta galeria de provas de ocupação da Ilha Terceira anteriores à data oficial, o objetivo do livro “A Marca Invisível” é o de tentar criar uma plataforma de debate onde, gradualmente, possa ser anulada a narrativa oficial dos Açores “virgens e desconhecidos” até à chegada dos portugueses, ainda dominante no senso comum.
Um primeiro passo nesse processo consta da comparação com casos semelhantes e paradigmáticos de situações misteriosas, acontecendo mundialmente, as quais desacreditam a teoria da evolução da humanidade.


Pode ler a entrevista na íntegra na edição desta segunda-feira, 17 fevereiro 2020, do jornal Açoriano Oriental

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