Açoriano Oriental
Covid-19
PS/Açores quer reativar apoio psicológico e manter as refeições escolares

O PS/Açores propôs medidas de apoio para minorar os efeitos da Covid-19, como a criação de equipas de apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social, reativação da linha de apoio psicológico aos idosos e extensão das refeições escolares.

PS/Açores quer reativar apoio psicológico e manter as refeições escolares

Autor: Lusa/AO Online

Em declarações aos jornalistas, na delegação de Ponta Delgada do parlamento açoriano, a deputada socialista Célia Pereira destacou que “o reforço da coesão social passa, também, pelo alargamento das respostas direcionadas aos idosos e às famílias”.

Para os idosos, o PS propõe a renovação da campanha de monitorização de bem-estar e a reativação da linha de apoio psicológico, iniciativas que foram desenvolvidas durante a primeira fase da pandemia.

É também recomendada a criação de “duas equipas de profissionais, nomeadamente da área de enfermagem e de apoio ao idoso, que ficarão em estado de prontidão para apoiar as IPSS [Instituições Particulares de Solidariedade Social] e Misericórdias, em caso de surto em estrutura residencial para idosos ou na rede regional de cuidados continuados”.

Essas instituições devem, também, ser apoiadas através de um “instrumento financeiro” que assegure “o financiamento excecional para compensar os sobrecustos resultantes da pandemia de Covid-19” e “através da constituição de equipas mistas da Saúde e da Solidariedade Social, para verificação de condições específicas de funcionamento destas estruturas, com vista à prevenção e controlo da infeção por Covid-19”.

Dos apoios às famílias, destaca-se o prolongamento da “atribuição de refeições escolares em período de férias e interrupções letivas, até que seja retomado o regular funcionamento das escolas, tal como aconteceu na primeira fase da pandemia”.

O PS voltou também a insistir na “manutenção do rendimento ao pai/mãe ou ao encarregado de educação” se perderem rendimento devido ao encerramento de escolas.

Este apoio deverá ter “periodicidade mensal ou proporcional ao número de dias em que o trabalhador faltou justificadamente ao trabalho” e cobrir “até duas vezes o salário mínimo regional”, aplicando-se a “trabalhadores, quer do setor público, quer do setor privado, que tiverem de permanecer em casa para assistência do filho ou outro dependente a cargo menor de 12 anos, ou, independentemente da idade, com deficiência ou doença crónica”.

Na sexta-feira, o vice-presidente do Governo Regional, Artur Lima, afirmou que esse apoio será criado até ao final deste mês, destacando que, caso o Governo da República não se disponibilize, o Governo Regional financiará a medida, que já vinha a ser defendida pelo PS e pelo BE, com verbas próprias.

O PS reiterou ainda a necessidade de renovar a isenção do pagamento de mensalidades de diversas valências sociais, como creches, ATL ou centros de dia e de noite e “compensar as instituições pelas mensalidades perdidas”.


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