Açoriano Oriental
Covid-19
PS/Açores diz que o anterior governo deixou o serviço de saúde preparado

O deputado do PS à Assembleia Legislativa dos Açores e ex-diretor regional da Saúde Tiago Lopes considerou que o anterior executivo açoriano socialista deixou o Serviço Regional de Saúde preparado para enfrentar a pandemia de covid-19.

PS/Açores diz que o anterior governo deixou o serviço de saúde preparado

Autor: Lusa/AO Online

“A verdade é que o trabalho que foi feito ao longo dos últimos anos permite, tal como é notório neste momento, na fase pandémica que nós vivemos, deixar um Serviço Regional de Saúde preparado para fazer face a esta pandemia”, afirmou, em declarações aos jornalistas.

Tiago Lopes falava à margem de uma visita dos deputados do PS eleitos pela ilha Terceira ao Hospital de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo.

O deputado socialista destacou a redução das listas de espera cirúrgicas, em especial no Hospital da Ilha Terceira, que apresentou “números bastante acima da média regional”, dando como exemplo a área da oftalmologia onde os tempos de espera "estão abaixo do tempo máximo de resposta garantido".

Tiago Lopes reconheceu, contudo, a necessidade de um “reforço financeiro” para a área da saúde no Orçamento da Região para 2021, mas rejeitou que o Hospital da Ilha Terceira tenha registado um défice nas contas do terceiro trimestre de 2020.

“Em termos financeiros, o Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira tem atualmente uma situação estável comparativamente a anos anteriores, por via daquilo que foi o reforço financeiro realizado em setembro de 2020”, afirmou.

Em novembro, o atual secretário regional da Saúde e Desporto, do governo da coligação PSD/CDS-PP/PPM, Clélio Meneses, disse que o Hospital da Ilha Terceira tinha reportado um défice mensal de 1,6 milhões de euros e 36 milhões de euros de dívida vencida.

O deputado socialista acusou ainda o secretário regional de ter faltado à verdade ao ter anunciado a admissão de 55 médicos recém-especialistas nos hospitais da região.

“Ao contrário do que foi transmitido, os 55 que irão ser admitidos são referentes ao ano comum e depois teremos adicionalmente mais de 30 médicos especialistas que entrarão agora na sua fase de formação especializada. São questões distintas”, salientou.


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