Açoriano Oriental
Presidente do Governo dos Açores quer “no imediato” verbas para ajudar a economia

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, revindicou, esta quarta-feira, solidariedade nacional e europeia, no quadro do programa de resiliência, que contribua, “no imediato”, com envelopes financeiros para apoiar a economia e o emprego.

Presidente do Governo dos Açores quer “no imediato” verbas para ajudar a economia

Autor: Lusa/AO Online

“Gostaria de deixar a todos a sensibilidade para podermos fazer conjunto da justa reivindicação que possa competir à região, aos parceiros sociais e ao Governo da Região Autónoma dos Açores, para que a solidariedade nacional, sobretudo a solidariedade europeia, através do plano de recuperação e resiliência, possa contribuir, no imediato, para encontrarmos os envelopes financeiros suficientes para apoiar a continuidade e a recuperação das atividades económicas”, declarou o chefe do executivo açoriano.

José Manuel Bolieiro falava - naquele que foi o seu primeiro ato público, após a posse do novo executivo açoriano, terça-feira, no parlamento regional - através de uma videoconferência subordinada ao tema “Plano de Recuperação Económica – Oportunidades e Desafios para os Açores”, promovida pela Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada, no âmbito do seu 185.º aniversário.

O presidente do Governo Regional, de coligação PSD/CDS/PPM, considerou que os envelopes financeiros irão também permitir “através das empresas a conservação e manutenção do emprego e, sobretudo, a consolidação justa de estabilidade social, para evitar nova pobreza e exclusão”.

O governante apontou que “sem meios torna-se difícil tornar o planeado em concretização” em termos de políticas públicas para fazer face à crise económica gerada pela pandemia da Covid-19.

José Manuel Bolieiro espera receber dos parceiros sociais contributos, no âmbito de um “diálogo social” que “em democracia deve ser constante”.

Defendeu que “um plano estratégico para os Açores não pode ser senão de médio e longo prazo, tendo que se considerar as emergências com que os Açores são confrontados, em particular por razões epidemiológicas e de saúde pública que a pandemia da Covid-19 trouxe, e as suas consequências na sociedade e na economia”.

O presidente do Governo dos Açores saudou “a capacidade estimulante, e quiçá surpreendente, mas no bom sentido positivo, da reação da Comissão Europeia, admitindo uma resposta pronta para reagir às consequências económicas e sociais que a pandemia trouxe”.

José Manuel Bolieiro referiu ainda que o Programa do Governo, a submeter ao parlamento, vai dar consequência ao programa eleitoral do PSD, em parceira com as outras duas forças políticas que formam o novo Governo dos Açores, CDS-PP e PPM.


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