Terceira Idade

Portugal na linha da frente do "envelhecimento activo"


 

Lusa/AO Online   Nacional   5 de Nov de 2009, 16:36

 O presidente da Rede de Universidades de Terceira Idade (RUTIS), Luís Jacob, afirmou hoje que Portugal está “na linha da frente” das melhores práticas na promoção do envelhecimento activo.

No encerramento do Congresso Mundial de Envelhecimento Activo, que decorreu quarta-feira e hoje em Santarém, Luís Jacob fez um balanço positivo do evento que juntou cerca de 120 participantes e conferencistas de Portugal, do Canadá, da África do Sul, da Suíça, da Espanha e do Brasil.

O presidente da RUTIS referiu que o congresso vai voltar a realizar-se daqui a dois anos, de acordo com a periodicidade bianual que foi estabelecida aquando da realização do primeiro congresso, há dois anos em Fátima.

O ex-presidente da República Jorge Sampaio, a exercer o cargo de Alto Representante da ONU para o Diálogo das Civilizações, estava previsto falar neste congresso, mas acabou por não comparecer por estar a preparar uma viagem a Macau no âmbito das suas funções.

Num dos painéis da tarde, o jornalista Carlos Pinto Coelho pediu aos “seniores” presentes no congresso para que “metam medo aos meios de comunicação social”, criando um “movimento crítico” das notícias que observam nos telejornais.

Classificando como “muito mau” o jornalismo que se faz nos noticiários das três estações de televisão generalistas portuguesas, Carlos Pinto Coelho questionou: “não será a altura de os seniores, como eu que tenho 65 anos, de se perguntarem por que não houve uma única notícia da morte do Claude Lévi-Strauss no telejornal da RTP desse dia”.

Laurinda Alves, também convidada para falar sobre a participação social dos seniores, elogiou o trabalho das universidades da terceira idade, salientando que têm o mérito de “fazer com que os idosos não se fechem na concha”. A jornalista sugeriu ainda a criação de uma disciplina de comunicação nestas universidades.


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