Número de militares europeus no Afeganistão vai manter-se


 

Lusa / AO online   Internacional   10 de Nov de 2009, 15:25

O número de militares europeus no Afeganistão, cerca de 35 000, vai manter-se como está, afirmou o chefe da diplomacia sueca, Carl Bildt, cujo país assegura a presidência rotativa da União Europeia.
"O número de soldados vai manter-se mais ou menos na mesma, mas vamos aumentar substancialmente o montante da nossa ajuda civil e económica", disse Bildt numa conferência de imprensa em Cabul.

Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros sueco, a ajuda económica europeia ao Afeganistão é actualmente de cerca de mil milhões de euros por ano.

Os Estados Unidos preparam-se para anunciar o envio de mais tropas para o Afeganistão e têm insistido junto dos seus aliados para que reforcem os seus contingentes.

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse hoje que o Presidente Barack Obama vai voltar a reunir-se quarta-feira com responsáveis das suas equipas de defesa e política externa, mas que só deve anunciar os planos para o Afeganistão perto do fim do mês, quando regressar de uma digressão pela Ásia.

Segundo fontes da administração de Obama, citadas pela agência noticiosa norte-americana Associated Press, o Presidente norte-americano deverá anunciar um reforço de dezenas de milhares de tropas mas menos que as 40 000 pedidas pelo general Stanley McChrystal, comandante das forças norte-americanas no terreno.

As fontes afirmaram que o destacamento deverá começar em Janeiro e terá por missão reforçar a defesa de dez cidades-chave.

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