Nova lei das acessibilidades com efeito lento no espaço público


 

Paula Gouveia   Regional   28 de Dez de 2009, 07:00

"Continua a ser necessário trabalhar muito no que se refere às barreiras arquitectónicas, quer na via pública, quer nos edifícios". A conclusão é de Ana Coutinho, da Associação Portuguesa de Deficientes, que lembra que a eliminação de obstáculos para pessoas com dificuldades de acessibilidade "é ponto número um para que a pessoa seja autónoma - quer no que se refere ao trabalho, quer nas mais simples tarefas do dia-a-dia".

Visto como um problema apenas das pessoas que nasceram com algum tipo de deficiência, a verdade é que as barreiras arquitectónicas podem tornar-se um problema a qualquer momento da vida. "Todos nós somos potenciais portadores de deficiência. Não é um problema de alguns. Eu também só a partir dos sete anos passei a ter uma deficiência", sublinha Ana Coutinho.

Ora, os edifícios públicos e a via pública podem ser um verdadeiro desafio para quem tem a cadeira de rodas como forma de locomoção, por exemplo. "Um percurso de um metro para uma pessoa sem deficiência não é nada, mas para uma pessoa com deficiência pode significar cinco metros", diz.

Fazendo uma análise à cidade de Ponta Delgada, Ana Coutinho dá alguns exemplos das dificuldades que uma pessoa com dificuldades locomotoras tem de enfrentar.|| Leia a notícia completa na edição impressa do AO de 28/12/09


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