Açoriano Oriental
Movimento cívico contra exposição de crianças a eventos tauromáquicos
O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) afirma que as crianças estão expostas a situações risco durante os eventos tauromáquicos que ocorrem na ilha Terceira e vai comunicar o caso ao Provedor de Justiça.
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Foto: Direitos Reservados
Autor: Lusa/AO online

 

O MCATA adianta em comunicado que, na ilha Terceira, nos eventos tauromáquicos integrados nas festas Sanjoaninas “as crianças são expostas a situações de risco físico evidente e maltrato psíquico”, e por isso vai dar a conhecer a situação ao Provedor de Justiça, à Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco e ao Comité dos Direitos das Crianças da Organização das Nações Unidas.

“Como acontece todos os anos, as crianças são expostas a situações de risco, com evidente falta de preocupação em relação à sua segurança durante a chamada espera do gado para crianças, onde são incentivadas a provocar e correr diante dos touros”, refere o movimento.

Segundo o movimento cívico, apesar de a lei ter aumentado a idade para as crianças assistiram aos espetáculos tauromáquicos nas praças de touros de 6 para 12 anos “continua a ser frequente” a presença de crianças nas touradas integradas nas Sanjoaninas, as maiores festas populares da ilha.

Nos Açores, ainda que existam algumas touradas à corda nas diferentes ilhas do arquipélago, é na Terceira que atingem a sua maior expressão com a realização de centenas de espetáculos anuais do género, entre maio e outubro.

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