Mike Pence classificou atentado à sinagoga como "um ataque à liberdade religiosa"

Mike Pence classificou atentado à sinagoga como "um ataque à liberdade religiosa"

 

Lusa/Ao online   Internacional   28 de Out de 2018, 07:34

O vice-presidente norte-americano, Mike Pence, classificou este sábado o atentado à sinagoga na Pensilvânia, nos Estados Unidos da América, que provocou um número ainda indeterminado de mortos, como um “ataque à liberdade religiosa”.

“O que se passou hoje em Pittsburgh não foi apenas um ato criminoso, foi diabólico”, disse Mike Pence, em declarações a uma televisão norte-americana.

Na opinião de Mike Pence, foi “um atentado contra os americanos inocentes e um ataque contra a liberdade religiosa”.

Os órgãos de comunicação social norte-americanos fazem um balanço provisório de vítimas entre as quatro e oito pessoas, havendo ainda a confirmação de três polícias feridos.

Entretanto, o Presidente norte-americano já veio dizer que o balanço do tiroteio pode ser “mais devastador do que o inicialmente previsto”.

Donald Trump afirmou que “muitas pessoas morreram no tiroteio na sinagoga, que aparenta ser “um crime antissemita”.

A polícia local confirmou que o suspeito do tiroteio, identificado como Robert Bowers, está sob custódia policial.

As autoridades ainda não confirmaram qualquer número oficial de mortos ou feridos, só avançando que existem várias vítimas.

O porta-voz da polícia local, Chris Togneri, apenas indicou que três elementos das forças policiais foram atingidos por tiros durante o incidente na sinagoga, que ocorreu quando elementos daquela congregação judaica estavam reunidos num serviço religioso.

As motivações do suspeito não são conhecidas até ao momento.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já condenou o que considerou ser um “ataque assassino”, dizendo ter ficado “destroçado e horrorizado”.

"Estamos com a comunidade judaica de Pittsburgh. Estamos com o povo norte-americano nesta brutalidade antissemita horrenda. Rezamos pela rápida recuperação dos feridos", disse, numa mensagem de vídeo partilhada no Twitter.

Este incidente acontece numa altura em que as autoridades norte-americanas estão a investigar o envio de vários pacotes suspeitos, potencialmente armadilhados, a várias personalidades democratas e críticas da administração Trump.

Dentro de duas semanas realizam-se as eleições intercalares norte-americanas, agendadas para 06 de novembro e que vão determinar a futura composição do Congresso.




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