Governo dos Açores apresenta plano de investimento público de 656 ME para 2014

Governo dos Açores apresenta plano de investimento público de 656 ME para 2014

 

Lusa/AO Online   Regional   30 de Set de 2013, 19:49

O Governo Regional dos Açores anunciou hoje que o investimento público na região será de 656 milhões de euros em 2014, ligeiramente superior ao previsto para este ano.

O anúncio foi feito pelo presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, que hoje apresentou ao Conselho Regional de Concertação Estratégica a anteproposta de plano de investimentos para 2014, no âmbito da preparação do orçamento do arquipélago para o próximo ano.

O Plano e Orçamento dos Açores para 2013, atualmente em vigor, prevê um total de investimento público de 652 milhões de euros.

Falando aos jornalistas no final da reunião com os parceiros sociais, em Ponta Delgada, Vasco Cordeiro assegurou que "a grande fatia" do investimento público de 2014 será "dirigida ao aumento da empregabilidade e da competitividade empresarial", cobrindo "as áreas produtivas". A este propósito, adiantou que o investimento proposto para a agricultura é superior a 140 milhões de euros.

Vasco Cordeiro sublinhou a aposta do executivo que lidera no "reforço das condições de empregabilidade", já que a criação de emprego é o "grande desafio com que a região é confrontada", e considerou que a formação e a qualificação, a par do aumento da competitividade das empresas, são as vias para criar "emprego sustentável" nos Açores.

O presidente do executivo açoriano salientou ainda "a grande importância" dada à “área social” no plano de investimentos públicos para 2013, tendo-lhe sido atribuída uma verba correspondente a 25% do total.

A secretária regional da Solidariedade Social, Piedade Lalanda, acrescentou que o orçamento da segurança social e da habitação aumentará em 6,5 milhões de euros em 2014.

Os transportes, o ordenamento do território, a representação externa da região e eficácia da administração pública foram outras áreas referidas pelo presidente do executivo.

Os parceiros têm até 21 de outubro para dar parecer em relação ao documento que hoje lhes foi apresentado.

 



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