Dirigentes tentam evitar nova crise israelo-palestiniana na ONU em negociações paralelas

Dirigentes tentam evitar nova crise israelo-palestiniana na ONU em negociações paralelas

 

Lusa/AO Online   Internacional   22 de Set de 2011, 07:31

Dirigentes de todo o mundo continuam hoje os debates nas Nações Unidas sobre os temas que preocupam o cenário internacional, com intensas negociações paralelas para evitar uma nova crise sobre o conflito israelo-palestiniano.

O presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, reiterou na quarta-feira ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abas, o seu apoio ao estabelecimento de um Estado palestiniano, mas com base em conversações diretas com Israel e não através de iniciativas unilaterais das Nações Unidas.

Entretanto, Abas mantém a intenção de apresentar na sexta-feira o pedido de entrada nas Nações Unidas como Estado de pleno direito, e os Estados Unidos ameaçam exercer o seu poder de veto se este chegar ao Conselho de Segurança.

Enquanto isso, os dirigentes da maioria dos países apoiaram a intenção palestiniana no debate da Assembleia-geral da ONU de quarta-feira.

Hoje será a vez de outros presidentes fazerem ouvir a sua voz na ONU, como o do Irão, Mahmoud Ahmadinehad, do Chile, Sebastian Piñera, da Turquia, Recep Tayip Erdogan, e do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, além dos mandatários da República Dominicana, Leonel Fernández, do Peru, Ollanta Humala e do Zimbabue, Robert Mugabe.

A polícia reforçou as medidas de segurança e cortou algumas ruas nas imediações da sede da ONU, em Manhanttan, depois de esta semana terem sido convocados vários protestos, sobre os mais diversos temas, desde o apoio ao pedido de um Estado palestiniano, a Israel ou à denúncia da situação no Haiti ou no Tibete.


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