Processo "Face Oculta"

Deloitte não detecta actos que constituam crime público na REN

Deloitte não detecta actos que constituam crime público na REN

 

Lusa / AO online   Economia   23 de Nov de 2009, 16:19

A Deloitte não identificou "a prática de quaisquer actos que constituam crime público" nas relações entre a REN e a empresa O2, do empresário Manuel Godinho - principal arguido no processo Face Oculta, indicou esta segunda-feira a empresa energética.
Nas conclusões do seu relatório, no entanto, a empresa de auditoria escreve que "foram assinaladas insuficiências dos procedimentos internos de contratação, em particular no plano dos critérios de selecção das modalidades de adjudicação e dos processos de tomada de decisão interna".

Foi também "identificada a necessidade de reforçar os mecanismos de controlo interno em relação ao acompanhamento da execução dos contratos de gestão de resíduos", escreve a Deloitte.

As conclusões pertencem a um relatório pedido pela REN, empresa que gere as redes de transporte de electricidade e gás natural em Portugal, após o seu presidente, José Penedos, ter sido constituido arguido no âmbito do Face Oculta.

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