Cimeira da francofonia preocupada com alterações climáticas

Cimeira da francofonia preocupada com alterações climáticas

 

Lusa/AOonline   Internacional   20 de Out de 2008, 11:18

A Cimeira dos países da francofonia acordou domingo reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) e defender a língua francesa, numa altura em que a crise financeira internacional também preocupa estes conjunto de países.
"É o primeiro Fórum Norte-Sul que procura discutir o que realmente está a acontecer no mundo entre a crise financeira global", afirmou o chefe do executivo do Estado canadiano do Quebeque, onde decorreu o encontro.

    Jean Charest disse ainda que numa altura em que as atenções estão centradas na crise financeira mundial, a 12ª Cimeira dos países da francofonia procurou igualmente "olhar e prever" o impacto das emissões de dióxido de carbono nos países mais pobres do hemisfério meridional.

    A declaração final dos 70 países-membros da francofonia apelou ao presidente francês, Nicolas Sarkozy, para que a melhoria do sistema bancário seja discutida com o G8 (Alemanha, Rússia, Reino Unido, Itália, Alemanha, Canadá, França e Japão) , bem como com a China, Índia, África do Sul, México e o Brasil, além do secretário-geral das Nações Unidas e os líderes da banca mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI).

    Charest considerou ainda necessário "persuadir os países que não é com agitação que se consegue estabilizar os mercados de crédito internacionais" e afirmou que "a doença exige uma resposta rápida e coordenada".

    "Estamos de acordo em que se realize uma cimeira internacional para debater a questão", salientou.

    O primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, anunciou na Cimeira uma ajuda de 100 milhões de dólares para medidas de mitigação para que os países "pequenos, insulares e vulneráveis" possam enfrentar as mudanças climáticas.

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