Bush lembra que Israel é "a pátria dos judeus"

O presidente norte-americano defendeu que Israel deve ser reconhecido como "a pátria dos judeus", no mesmo dia em que israelitas e palestinianos se entendiam para chegar a um acordo de paz no final de 2008.


Trata-se de uma questão eminentemente conflitual entre israelitas e palestinianos.

Bush anunciou  perante uma conferência internacional reunida em Annapolis, perto de Washington, que israelitas e palestinianos se tinham entendido para relançar imediatamente as negociações de paz e para tudo fazer para chegar a uma solução antes do final de 2008.

"Esta solução estabelecerá a Palestina como a pátria palestiniana, tal como Israel é a pátria dos judeus", disse Bush.

Esta questão é importante fonte de litígio entre israelitas e palestinianos. Os palestinianos temem que o reconhecimento formal de Israel como "Estado judeu" contemplado numa solução impeça, de facto, o regresso dos palestinianos, um dos desafios primordiais das discussões. Por seu lado, os israelitas temem que um regresso em massa dos palestinianos modifique a identidade de Israel e coloque os judeus em minoria.

Bush foi acusado de ter negligenciado a questão israelo-palestiniana durante os sete anos da sua presidência não só por estar assoberbado com a guerra no Iraque, mas também porque lhe repugnava forçar a mão a Israel.

Os palestinianos têm de combater o terrorismo, disse.

Mas "Israel deve demonstrar o apoio à criação, ao sucesso e à prosperidade de um Estado palestiniano suprimindo colonatos selvagens, pondo fim à expansão dos colonatos e achando para a Autoridade Palestiniana outros meios de exercer as suas responsabilidades sem comprometer a segurança de Israel", exortou Bush.
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