Agricultores querem ver "espírito de abertura" no novo ministro


 

Lusa / AO online   Economia   26 de Out de 2009, 14:02

A CONFAGRI considerou que o sector agrícola português carece de "um profundo empenho e espírito de abertura e diálogo" por parte do ministro da Agricultura, António Serrano, afastando a hipótese de "um desempenho governativo distante".
"O sector agrícola tem de ser governado com a participação e o envolvimento dos agricultores e das suas organizações representativas, como acontece nos outros Estados membros da UE, e não através de um desempenho governativo distante", refere em comunicado da Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas (CONFAGRI).

Segundo a CONFAGRI, António Serrano não deve manter "uma visão estatizante, de desvalorização e enfraquecimento do associativismo agrícola nacional", posição que contraria a Constituição da República portuguesa.

"A actual situação no sector carece de (…) diálogo por parte do novo ministro, pois não é mais sustentável a continuação do clima de crispação existente e de incapacidade e ineficácia demonstradas pelo anterior ministério liderado por Jaime Gama", acrescentou.

A CONFAGRI refere ainda que espera reunir-se, nos próximos dias, com António Serrano, para estabelecer "as novas regras do diálogo institucional que se pretende para o sector e ouvir as prioridades do novo ministro".

A Confederação quer também transmitir ao novo ministro as principais prioridades e preocupações que na sua perspectiva, na actual conjuntura, são necessárias para ultrapassar a crise no sector.

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