A três dias das eleições presidenciais, o maior risco que enfrentamos não é escolher mal, mas votar com os critérios errados. Num espaço público saturado de slogans e apelos à emoção, tornou-se tentador usar o voto como catarse: para castigar, afastar ou “dar um sinal”. Mas a escolha do mais alto representante da República não recompensa impulsos, tende, aliás, a penalizá-los.
Ao contrário de...
Votar quando não há salvadores
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