Nada de enganos – mesmo enquanto lutamos para sobreviver, estamos muito mais para além disso; e é o além onde nos fixamos, o que nos salva e redime, não maioritariamente o resto.
Na espécie humana, mesmo à beira do abismo, mesmo no limite, a cultura nunca será um luxo – é o que define a raça, a sustenta na sobreanimalidade, a incentiva a persistir, longe de uma indiferenciação que já extinguiu...
Das coisas que não são supérfluas
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