O amor não acontece no ar. Não flutua. Não vive em abstrato. O amor precisa de chão. Precisa de paredes. Precisa de um espaço.
Acontece em cozinhas pequenas, onde um simples “com licença” pode ser um gesto de delicadeza ou o início de uma guerra fria. Acontece em camas demasiado grandes - que são ótimas para dormir, mas péssimas para amar, porque é preciso GPS para encontrar o outro - e em mesas...
A arquitetura do amor: como os espaços moldam as relações
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