Vítimas de naufrágio no Hospital Garcia da Horta, apoio para familiares montado

Vítimas de naufrágio no Hospital Garcia da Horta, apoio para familiares montado

 

Ao Lusa   Nacional   22 de Dez de 2013, 13:16

Os corpos das seis vítimas do naufrágio domingo ocorrido na Costa de Caparica, Almada, foram levados para a morgue do hospital Garcia da Horta, estando a ser montado no hospital um posto de apoio aos familiares, disse fonte oficial.

Os corpos das seis vítimas do naufrágio domingo ocorrido na Costa de Caparica, Almada, foram levados para a morgue do hospital Garcia da Horta, estando a ser montado no hospital um posto de apoio aos familiares, disse fonte oficial.

Seis pessoas morreram hoje perto de uma das praias da Costa de Caparica depois de o barco em que viajavam ter naufragado. O único sobrevivente do acidente, um homem de 37 anos, conseguiu nadar até à praia onde pediu auxílio. Está internado no hospital Garcia da Horta, com hipotermia.

O subchefe Pacheco Antunes, da polícia marítima, disse aos jornalistas que a embarcação, em fibra, tinha sete metros e meio e que apresentava um grande rombo.

O alerta foi dado às 19:30 pelo sobrevivente, que conseguiu contar que havia outros seis tripulantes.

Pacheco Antunes acrescentou que as buscas começaram de imediato e que logo de seguida apareceu um corpo na praia, conhecida como praia do CDS, e que as outras cinco vítimas foram encontradas mais a sul, na praia do Dragão Vermelho, precisou, acrescentando que foram infrutíferas as tentativas de reanimação de três das vítimas.

Ainda de acordo com o subchefe, a embarcação tinha partido do cabo Espichel, tinha canas de pesca a bordo e presumivelmente dirigia-se ao porto de Lisboa.

O responsável admitiu que os tripulantes terão tentado fazer a rota mais curta, navegando junto à costa, o que a ter acontecido era contraproducente. Apesar de a embarcação ter coletes salva-vidas nenhum dos corpos tinha colete, notou a fonte, concluindo que a polícia marítima já comunicou o caso ao Ministério Público.

Vieitas Ruivo, adjunto do capitão do Porto de Lisboa, disse também aos jornalistas que em dias de forte ondulação os pescadores deviam navegar longe da costa e que deviam usar os coletes de salvação.

Na operação de resgate esteve envolvido um helicóptero da Força Aérea, uma corveta da marinha e meios da polícia marítima, bombeiros e proteção civil.

 


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