Azores Rallye 2019

“Ver o rali em segurança e sem deixar lixo atrás” apela diretor de prova

“Ver o rali em segurança e sem deixar lixo atrás” apela diretor de prova

 

Nuno Martins Neves   Motores   20 de Mar de 2019, 09:46

António Medeiros assinala as mudanças em termos de segurança que vão entrar em vigor este ano no Rali dos Açores. Organização recolheu 22 mil garrafas no ano passado.

O Diretor de Prova do Azores Rallye reforçou o apelo ao público que vai amanhã para a estrada, para que assista às classificativas em segurança e tenha cuidado com o meio ambiente.

Entrevistado para o Guia do Rallye 2019, que saiu ontem com o jornal Açoriano Oriental, António Medeiros refere que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) vai apertar a malha quanto à segurança.

“O relatório do observador da FIA tem vindo, de ano para ano, a dedicar mais páginas à questão da segurança de prova, de colocação de público, se os marshalls estão a fazer um bom papel no controle das pessoas. Este ano, por imposição da FIA, o observador da FIA vai passar no meio dos carros 0, uma novidade nas regras internacionais. Até ao ano passado, o observador passava 40/45 minutos antes do primeiro concorrente; neste momento, ele vai passar entre o carro 000 e o carro 00, portanto, muito mais perto da hora prevista de saída do primeiro concorrente”, refere o diretor de prova.

António Medeiros assinala ainda que o observador FIA tem autonomia para mandar para a prova caso os espectadores não estejam bem colocados. “E isso queríamos evitar a todo o custo, e daí o apelo: vejam o rali, mas em segurança”.

Este ano, a organização do Rali dos Açores reforçou a mensagem ecológica, de forma a atacar o problema do lixo deixado para trás nos troços pelas pessoas.

“O público leva os petiscos e as bebidas para os troços - e nós adoramos que isso aconteça, pois há imagens espetaculares de pessoas a comemorar nas classificativas - mas deixa o lixo atrás e não há o cuidado em trazer os detritos consigo, acabando por ficar espalhados na nossa ilha. Nós não queremos isso”, refere, recordando que em 2018 foram recolhidas 22 mil garrafas.


Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.