Açoriano Oriental
Vasco Cordeiro inaugura Casa do Tempo do Ecomuseu do Corvo

O presidente do Governo dos Açores inaugurou esta quarta-feira a Casa do Tempo do Ecomuseu do Corvo, um projeto pioneiro a nível regional que se assume como um “laboratório do estudo do passado, do presente e do futuro” da ilha, mas também como um contributo para o reforço desta ilha como destino turístico de excelência.


Foto: GaCS/JAR
Autor: Susete Rodrigues/AO Online

Segundo o presidente do Governo, a instalação do Ecomuseu do Corvo é, assim, a concretização de um projeto ambicioso nos seus objetivos estratégicos, contribuindo para afirmar a ilha no contexto regional, nacional e internacional, também enquanto destino turístico de excelência.


Citado em nota, Vasco Cordeiro, afirmou não ter "dúvidas de que se constituirá como mais um marco na história da ilha do Corvo e, por conseguinte, dos Açores, sendo, logo à partida, um excelente exemplo de modernidade”, para quem consolidar a memória corvina, “associando-a a um produto turístico-cultural e ambiental é, precisamente, uma forma de se atingir esse objetivo”.


Na sua intervenção, o Presidente do Governo referiu que, por isso, o Ecomuseu do Corvo não pretende ser apenas a instalação de uma coleção visitável num determinado edifício, mas sim um sistema de redes que articula polos, recursos e complexos de valor patrimonial.


Nesse sentido, a Casa do Tempo hoje inaugurada é a primeira estrutura física, através da qual o visitante poderá iniciar a sua visita e descoberta da realidade da ilha do Corvo em cinco momentos, que serão disponibilizados na Casa de Partida, nas Casas Partilhadas e na Casa dos Pássaros.


Na ocasião presidente do executivo adiantou que o próximo desafio passa por proporcionar condições favoráveis ao intercâmbio cultural de artistas e agentes culturais para aumentar a sua mobilidade dentro e fora da Região, usufruindo da disponibilização dos espaços públicos culturais para exibição dos seus projetos artísticos.


Adiantou ainda que, quer a Rede Regional de Museus, quer a Rede de Museus e Coleções Visitáveis dos Açores, permitem uma cooperação e coordenação regionais, oferecendo desta forma uma visão global, integrada e regional das múltiplas facetas da cultura e história dos Açores.


“Com a construção em curso do Museu Francisco Lacerda, em São Jorge, com a empreitada da segunda fase do Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada, e com a execução do projeto para o Núcleo de Construção Naval do Museu do Pico, em Santo Amaro, para além deste projeto, no Corvo, o Governo dos Açores completará um ciclo de renovação museográfica, que representa um investimento de cerca de nove milhões de euros”, anunciou Vasco Cordeiro.


“Acreditamos que todo este património cultural riquíssimo – material e imaterial – que está vivo de Santa Maria ao Corvo, que se exprime não só nas criações de artistas e agentes culturais, como também em espaços públicos e na nossa comunidade açoriana, é a expressão máxima daquilo que nos pertence e que nos engrandece como Povo e como Região”.

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