Açoriano Oriental
Açores/Eleições
Vasco Cordeiro diz que coesão se faz de ações "concretas" e não de palavras

O presidente do PS/Açores iniciou este domingo a campanha para as eleições regionais com uma visita ao porto do Topo, em São Jorge, sublinhando que o desígnio da coesão é feito da ações "concretas" em prol do desenvolvimento.

Vasco Cordeiro diz que coesão se faz de ações "concretas" e não de palavras

Autor: AO Online/ Lusa

"A coesão não se faz de palavras, faz-se da criação de condições concretas que podem ajudar a induzir o desenvolvimento económico, a criação de riqueza, emprego, a fixação de populações", considerou Vasco Cordeiro, falando no primeiro dia de campanha oficial para as regionais nos Açores, que decorrem em 25 de outubro.

O porto do Topo, no concelho da Calheta, representa o "projeto de desenvolvimento dos Açores que o PS tem concretizado e quer" prosseguir na próxima legislatura.

"Temos aqui um exemplo de uma obra que tem um potencial imenso não apenas naquilo que tem a ver com as pescas, mas também com o turismo", nomeadamente a nível de atividades de recreio marítimo-turístico, acrescentou o também cabeça de lista do partido pelos círculos de São Miguel e de compensação.

A obra de beneficiação do porto do Topo está orçada em 6,5 milhões de euros e deverá ficar concluída nos próximos meses.

No que refere à campanha eleitoral, o PS não contará nos Açores com a presença do secretário-geral do partido, António Costa.

Sobre este ponto, Vasco Cordeiro lembrou que o ano e a altura do ano exigem a presença do líder socialista e primeiro-ministro no acompanhamento de diferentes frentes, "nomeadamente no âmbito da governação", mas a "partilha de objetivos" com os socialistas açorianos para o sufrágio "não espera nem depende da campanha eleitoral nem da presença física" de Costa.

Esta tarde, também em São Jorge, Vasco Cordeiro tem ainda em agenda uma reunião com a direção da Santa Casa da Misericórdia da Calheta e uma visita a uma exploração agrícola e acompanhamento da entrega de leite numa cooperativa.

Nas eleições regionais açorianas existe um círculo por cada uma das nove ilhas (São Miguel, Terceira, Faial, Pico, São Jorge, Graciosa, Santa Maria, Flores e Corvo) e um círculo regional de compensação, reunindo os votos que não foram aproveitados para a eleição de parlamentares nos círculos de ilha.

Os socialistas candidatam-se em todos os círculos.

Nas anteriores legislativas açorianas, em 2016, o PS venceu com 46,4% dos votos, o que se traduziu em 30 mandatos no parlamento regional, contra 30,89% do segundo partido mais votado, o PSD, com 19 mandatos, e 7,1% do CDS-PP (quatro mandatos).

O BE, com 3,6%, obteve dois mandatos, a coligação PCP/PEV, com 2,6%, um, e o PPM, com 0,93% dos votos expressos, também um.

O PS governa a região há 24 anos, tendo sido antecedido pelo PSD, que liderou o executivo regional entre 1976 e 1996.


 
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