Autor: Lusa / AO online
"Uma aplicação rigorosa do Pacto de Estabilidade e de Crescimento europeu é essencial", declarou, numa conferência sobre o euro em Bruxelas, mostrando-se satisfeito pela maioria dos países estar a respeita-lo.
"Por todas as razões possíveis, em particular a coesão da zona euro, o Pacto é para nós extraordinariamente importante e constitui um elemento essencial da união económica e monetária", acrescentou Trichet.
Segundo Trichet, a maioria dos países da zona euro compreenderam que o saneamento dos orçamentos e a eficiência nas despesas públicas são do seu próprio interesse.
Reconheceu, no entanto, que "existem problemas" em alguns países e recordou que, neste contexto, o Pacto de Estabilidade prevê a imposição de sanções em caso de desrespeito reiterado.
"Não sou pessimista" neste quadro, disse Trichet, acrescentando que, até a data, os membros do euro "têm feito um bom trabalho".
Este apelo ao prosseguimento da redução dos défices surge numa altura em que a França optou no seu orçamento para 2008 por limitar-se a estabilizar os défices apesar dos apelos dos seus parceiros europeus por prosseguir na via da redução.
Verifica-se também depois de a Comissão Europeia ter dito que as consequências da crise do crédito hipotecário podem reduzir em 0,3 pontos percentuais o crescimento económico da Zona Euro em 2008, o que poderá obrigar os governos a rever os seus orçamentos.
"Por todas as razões possíveis, em particular a coesão da zona euro, o Pacto é para nós extraordinariamente importante e constitui um elemento essencial da união económica e monetária", acrescentou Trichet.
Segundo Trichet, a maioria dos países da zona euro compreenderam que o saneamento dos orçamentos e a eficiência nas despesas públicas são do seu próprio interesse.
Reconheceu, no entanto, que "existem problemas" em alguns países e recordou que, neste contexto, o Pacto de Estabilidade prevê a imposição de sanções em caso de desrespeito reiterado.
"Não sou pessimista" neste quadro, disse Trichet, acrescentando que, até a data, os membros do euro "têm feito um bom trabalho".
Este apelo ao prosseguimento da redução dos défices surge numa altura em que a França optou no seu orçamento para 2008 por limitar-se a estabilizar os défices apesar dos apelos dos seus parceiros europeus por prosseguir na via da redução.
Verifica-se também depois de a Comissão Europeia ter dito que as consequências da crise do crédito hipotecário podem reduzir em 0,3 pontos percentuais o crescimento económico da Zona Euro em 2008, o que poderá obrigar os governos a rever os seus orçamentos.