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Lusa/AO Online   Nacional   11 de Nov de 2010, 06:54

Os juros recorde pedidos pelos bancos pela dívida pública, as lacunas na lei que permitem venda livre de drogas e a justificação da PSP para comprar blindados são alguns dos temas em destaque na imprensa de hoje.

Na manchete, o i escreve “2011. Juros da dívida custam tanto como a educação”, adiantando que a fatura da dívida direta total do Estado vale 14 mil euros por português.

Um tema que também é destaque principal no Diário Económico (DE): "Bancos estrangeiros dão menos crédito a Portugal".

Segundo o DE, Portugal pagou juros recorde (7,03 por cento) para vender dívida no mercado, mas a procura por parte dos bancos estrangeiros abrandou.

De acordo com o Jornal de Negócios (JdN), "FMI [já] esteve em Portugal a analisar contas públicas" durante a rutura entre PS e PSD. O jornal garante que as taxas de juro da dívida pública vão manter-se em alta e diz que os bancos estrangeiros ficaram com 86 por cento da dívida este ano.

No Público, os principais destaques referem que “Buracos na lei facilitam venda livre de drogas novas", sendo que o jornal comprou sem restrições mefedrona numa "smart shop", e "Alemães pagam para fechar casos de corrupção dos submarinos".

O título "Armas de guerra em bairros de risco justificam compra de blindados" é a manchete do Diário de Notícias (DN) que explica que a PSP usou o ataque com armas de guerra nos bairros violentos como argumento para adquirir os 6 blindados que deveriam chegar antes da cimeira da NATO.

Já o Jornal de Notícias (JN) salienta que "Hospitais dobram salários para segurar os médicos". O esquema começa com um pedido de licença sem vencimento dos médicos, que depois assinam contratos individuais para as mesmas funções com mais 5 horas de trabalho.

O JdN também destaca que “Hospitais vendem edifícios para pagar pensões de reforma” e o Público avança que “os gastos em medicamentos batem recorde” e atingem 175 milhões de euros em setembro.

O Correio da Manhã noticia, em manchete, "Greve de zelo contra redução salarial", relatando que um magistrado de Alenquer anunciou que reduzirá horário de trabalho por motivos financeiros.

O DE e o i destacam ainda o BPN, com o primeiro a dizer que os prejuízos do banco “diminuem mas malparado chega aos 28 por cento” e o segundo a acrescentar que o “crédito malparado triplicou em 12 meses”.

Na revista semanal Visão, o tema em destaque é “A nova vida em Luanda”, no dia em que se assinalam os 35 anos da independência daquele país. A Sábado conta “Como as grandes empresas escapam ao Fisco e ganham milhões” e dá os exemplos do BES, da PT e do BPI.

Nos desportivos, o jogo entre Angola e Benfica (0-2) merece os títulos "Curar feridas" na Bola e "Tango em Angola" no Record. O Jogo salienta que o FC Porto põe “Trancas à porta” para evitar venda de Hulk, Rolando e Sapunaru, garantindo que "Ninguém do núcleo duro sai em janeiro".


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