Residência artística apela ao uso de materiais endógenos dos Açores

Residência artística apela ao uso de materiais endógenos dos Açores

 

Lusa/AO online   Regional   24 de Set de 2018, 14:48

O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, situado na Ribeira Grande, está a promover uma residência artística com o arquiteto Joaquim Oliveira, com o objetivo de apelar à valorização do património e à utilização de materiais endógenos da região.


“Nesta residência artística, inserida no âmbito do Ano Europeu do Património Cultural, Joaquim Oliveira é convidado a desenvolver uma peça de arquitetura escultórica que se constitua num ponto de referência que contenha informação sobre a possibilidade da utilização dos recursos geotérmicos de baixa entalpia em projetos de arquitetura e engenharia”, adiantou hoje a direção regional da Cultura dos Açores, numa nota de imprensa.

O resultado será apresentado na sexta-feira, às 17:00 (mais uma hora em Lisboa), no pátio central do Centro de Artes Contemporâneas, na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel.

Segundo a direção regional da Cultura, o projeto funde “os princípios de sustentabilidade, ambiente e comunidade” com os conceitos de “urbanismo, sensibilização e património”.

Joaquim Oliveira, licenciado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, trabalha desde 1999 na Universidade de Aveiro, tendo integrado, entre 1989 e 1998, a equipa do Centro de Estudos daquela faculdade, sob a direção do arquiteto Nuno Portas.



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