Açoriano Oriental
Região reafirma não existir risco com voo proveniente de Hong Kong

A Coordenadora Regional de Saúde Pública, Ana Rita Eusébio, e o Delegado de Saúde de Ponta Delgada, Eduardo Cunha Vaz, reafirmaram esta segunda-feira não existir risco atual com voo proveniente de Hong Kong.

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Foto: Ana Carvalho Melo
Autor: Ana Carvalho Melo

Num esclarecimento que explicam surgir "na sequência de diversas afirmações erradas, infundadas e alarmistas proferidas em diversos órgãos de Comunicação Social e plataformas de redes sociais", e Coordenadora Regional de Saúde Pública, Ana Rita Eusébio, e o Delegado de Saúde de Ponta Delgada, Eduardo Cunha Vaz, reafirmam que não existe risco para a saúde pública, tendo em conta as orientações atualmente em vigor para definição de caso suspeito por infeção por novo Coronavírus (2019-nCoV), relacionado com um voo particular que aterrou sábado, 1 de fevereiro, no Aeroporto de Ponta Delgada.

Acrescentam ainda que a avaliação em causa resulta não só da verificação da origem e escalas da aeronave em causa, mas, sobretudo, da verificação dos percursos dos passageiros e tripulantes nos últimos 14 dias.

"De acordo com o plano de voo e os passaportes, verificados presencialmente, a aeronave partiu de Hong Kong, a 25 de janeiro, com três passageiros a bordo, os quais residem em Hong Kong e daí não se tinham ausentado nos 14 dias anteriores a esta viagem. De seguida, a aeronave fez escala em Tóquio, onde entraram os restantes oito passageiros. Estes residem no Japão e daí não se tinham ausentado nos 14 dias anteriores à viagem", descreve o comunicado.

Refere ainda que se verificou que nenhum dos passageiros e tripulantes provém de Wuhan, na Província de Hubei, na China.

Assim como os tripulantes, dois de nacionalidade norte-americana e um de nacionalidade chinesa, não provinham, nem tinham estado, nos 14 dias anteriores à viagem, na cidade de Wuhan, província de Hubei.

Acrescenta que o avião fez depois escala e paragem em Paris e na Islândia, sem qualquer restrição à entrada e/ou à circulação da aeronave, dos passageiros ou dos tripulantes.

"A situação foi avaliada de acordo com os critérios clínicos e epidemiológicos estipulados pela Direção-Geral da Saúde e pela Direção Regional da Saúde dos Açores (Orientações Técnicas n.º 2, 3 e 4, da Direção-Geral da Saúde, e Circulares Normativas n.º 2, 4 e 5, da Direção Regional da Saúde, de janeiro de 2020), tendo-se averiguado que nenhum dos 11 passageiros e dos três tripulantes reunia critérios clínicos e epidemiológicos para definição de caso suspeito, na presente data", termina o comunicado.

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