Além da ação administrativa, o coletivo de empresas - que reúne a Newtour Azores SA, a Empreendimentos Turísticos Carlos Tavares, Sociedade Unipessoal, Lda, a Outro Muro, Unipessoal, Lda, e a Hemisfério Pontual - Unipessoal, Lda - avançou com um procedimento cautelar, movido, desta feita, contra a Região Autónoma dos Açores, tendo entrado no mesmo tribunal no dia 1 de abril.
O objetivo é evitar que o concurso público internacional seja efetivamente terminado, com a providência cautelar a impedir que a SATA avance para a venda direta da Azores Airlines.
Em declaraçõesà Antena 1 Açores, o conselho de administração da SATA Holding diz estar a preparar a oposição ao processo movido pelo consórcio, invocando o interesse público para tentar afastar o efeito suspensivo da providência cautelar.
De recordar que o concurso público internacional para a privatização de 51% da Azores Airlines foi terminado em março, após o júri do concurso ter identificado “riscos inaceitáveis” na proposta do consórcio.
A SATA
tem até ao final do presente ano para privatizar a companhia aérea que
liga os Açores ao exterior.
