Presidente do Governo açoriano admite que há "muito para fazer" e elogia orçamento

O presidente do Governo dos Açores admitiu hoje haver "muito para fazer" com vista ao desenvolvimento da região, considerando que o Plano e Orçamento para 2016 não é o "princípio do fim, mas quanto muito o fim do princípio".


“Não estamos satisfeitos. Nós ambicionamos mais. Há ainda muito por resolver”, afirmou Vasco Cordeiro, precisando que o seu executivo ambiciona mais criação de emprego, competitividade das empresas, a melhoria da capacidade exportadora, entre outros.

O chefe do executivo açoriano, que falava no encerramento do debate do Plano e Orçamento que decorreu esta semana no parlamento dos Açores no Faial, referiu que nos primeiros três anos de mandato o executivo não se limitou a acudir à emergência económica e social da região, tendo construído novos alicerces para desenvolver as ilhas, nomeadamente na Educação com a construção de escolas e combate ao insucesso e abandono escolar precoce.

Em 2016, ano de eleições regionais, o executivo socialista liderado por Vasco Cordeiro completa o quarto ano do seu primeiro mandato.

“Da parte do Governo dos Açores, os açorianos e açorianas sabem bem com o que podem contar. Este Governo está no centro do combate pelos Açores, mobilizado para vencer os desafios presentes e futuros, que dialoga e aceita propostas de outros e que coloca acima de tudo os interesses dos açorianos”, disse Vasco Cordeiro.

Na sua intervenção, Vasco Cordeiro anunciou que o Governo Regional vai acolher a proposta do CDS-PP de alargamento do complemento de apoio à aquisição de medicamentos (COMPAMID) aos beneficiários de pensões de invalidez, independentemente da sua idade.

Atualmente, o COMPAMID aplica-se apenas aos reformados com mais de 65 anos.

Elogiando a dedicação e empenho dos funcionários públicos açorianos, o presidente do Governo considerou que o que foi alcançado nestes anos de “grande exigência” deve-se em primeiro lugar aos açorianos e açorianas, fazendo com que “os Açores triunfem sobre as adversidades e desafios”.

Vasco Cordeiro salientou que os seus primeiros três anos de mandato foram “muito difíceis”, mas lidera um Governo de “combate, mobilizado para ajudar” e hoje a economia dos Açores está, por exemplo, a “criar empregos mais rápido do que em 2012”.

Entre os principais desafios que teve de enfrentar, destacou a redução da presença militar norte-americana na Base das Lajes, alegando que o executivo açoriano “foi além do que se esperaria que fosse a reação regional” e o fim das quotas leiteiras em abril, tendo também o Governo “acudido e ajudado”.

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