Polónia defende audição de candidatos aos novos cargos


 

Lusa / AO online   Internacional   10 de Nov de 2009, 14:44

A Polónia defendeu que a escolha do presidente e do chefe da diplomacia da União Europeia seja feita depois da audição dos candidatos pelo Conselho Europeu, segundo um documento do Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco.
No documento, a Polónia afirma que a escolha daqueles que vão ocupar os novos cargos "seja antecedida de um debate dos chefes de Estado e de governo, no qual os candidatos apresentarão a sua visão daquelas funções".

O governo polaco quer, com estas audições, "dar um carácter mais democrático e mais transparente possível" ao processo de escolha do presidente do Conselho Europeu e do Alto Representante da UE para a Política Externa, cargos criados pelo Tratado de Lisboa.

"As funções são novas e podem adoptar diferentes contornos consoante a pessoa que as assuma. Seria bom poder escolher entre diferentes programas", explicou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros polaco, Piotr Paszkowski.

Os dirigentes europeus têm mantido intensos contactos para a escolha dos nomes para os dois novos cargos. A presidência sueca da UE afirmou segunda-feira que o processo está a desenvolver-se e que é "uma questão de dias" até convocar uma cimeira extraordinária para divulgar os eleitos para os dois cargos.

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