Pinto da Costa despreocupado com concorrência

Pinto da Costa despreocupado com concorrência

 

Lusa / AO online   Futebol   26 de Out de 2007, 16:23

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, revelou-se esta sexta-feira tranquilo e satisfeito quanto ao desempenho da equipa de futebol, atitude traduzida na alegada despreocupação pelos adversários e na ausência de reforços na reabertura do mercado em Janeiro.
"Não estamos a pensar deixar sair nenhum dos futebolistas que Jesualdo Ferreira considera importantes, nem estamos a equacionar fazer entrar alguém. Talvez possa sair algum atleta menos utilizado, por empréstimo", esclareceu Pinto da Costa, durante a inauguração da nova Casa do Dragão, um espaço remodelado que acolhe jovens dos escalões de formação.

A concorrência de Sporting e Benfica parece não tirar o sono ao dirigente: "Não estamos a pensar se temos pontos de avanço ou de atraso. Queremos é vencer. Agora só pensamos no Leixões. É sempre jogo a jogo. A concorrência não preocupa, apenas pensamos no nosso trabalho. Se encararmos todos os compromissos com seriedade, a probabilidade de sermos bem sucedidos aumenta".

Se o plantel e despreocupação parecem imutáveis, a atitude em campo quanto ao "fair play" vai sofrer uma significativa alteração, nomeadamente ao não deitar a bola para fora quando um adversário fica caído no chão a pedir assistência médica.

"A UEFA deu instruções para que sejam os árbitros a decidir quando interromper os jogos e nós vamos segui-las. Ninguém pode substituir o árbitro nestas situações, nem em qualquer outra. Parece-me que os espectáculos têm sido muito prejudicados pelas constantes paragens. Nós queremos contribuir para uma melhoria deste aspecto", frisou.

Pinto da Costa escusou-se ainda a falar do seu futuro no clube, lembrando que apenas passou meio ano desde a sua reeleição para novo triénio: "Estou apenas preocupado em fazer o melhor para o clube, conforme demonstram estes projectos que estamos a erguer".

"Há 25 anos que estamos a arrumar a casa, sem pensar se vou ou não ficar. O mandato de três anos ainda agora começou, logo nos dois anos e meio que faltam pode ainda acontecer muita coisa", concluiu.

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