Aviação

Pilotos da PGA ameaçam partir para uma greve de três dias


 

Lusa/AO Online   Economia   17 de Dez de 2009, 10:53

Os pilotos da PGA - Portugália ameaçaram hoje paralisar mais três dias caso não seja readmitido um piloto que o sindicato do sector diz ter sido vítima de retaliações depois de participar em greves anteriores.

A possibilidade de avançar para uma nova greve, foi decidida na quarta-feira, numa assembleia-geral (AG) da empresa e, segundo o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), já foi comunicada à administração da PGA.

Na origem da decisão, que o SPAC hoje anunciou, está o facto de a companhia aérea ter cessado o contrato de trabalho a termo certo com o piloto David Gonçalves, "com efeitos na véspera da data em que passaria ao quadro", depois da greve de 16 dias que os pilotos da PGA fizeram este ano para reivindicar a assinatura do primeiro Acordo de Empresa (AE), à qual o piloto aderiu.

O SPAC considera que a cessação do contrato é uma "retaliação" da empresa, pelo facto de o piloto em causa ter aderido à paralisação.


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