Partidários de Zelaya desistem de reclamar regresso ao poder

 Os partidários de Manuel Zelaya, o presidente das Honduras deposto por um golpe de Estado a 28 de Junho passado, desistiram de reclamar o seu regresso ao poder, que antes exigiam em constantes manifestações.


"Ele mesmo (Zelaya) já não procura ser reconduzido na presidência", depois de uma votação maciça do Congresso quarta-feira, contra um regresso ao poder até ao final do seu mandato a 27 de Janeiro, declarou o coordenador geral da Frente de resistência ao golpe de Estado, Juan Barahona.

Zelaya, que continua refugiado na embaixada do Brasil em Tegucigalpa depois do regresso clandestino do exílio a 21 de Setembro, nada disse sobre o que pretende fazer após as presidenciais de domingo de que saiu vencedor o candidato de direita Porfirio Lobo e da votação no Congresso.
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Segundo o mais recente relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, a contaminação dos solos da base usada pelos Estados Unidos da América obrigou à remoção de solos contaminados, extração de hidrocarbonetos e fecho de piezómetros mal construídos, que podiam constituir fonte de passagem de contaminantes