Moinho de água da Agualva recuperado

Moinho de água da Agualva recuperado

 

Susete Rodrigues/AO Online   Regional   22 de Out de 2018, 14:33

A freguesia da Agualva, na Praia da Vitória, inaugurações, no fim de semana, as obras de recuperação do Moinho de Água da Rua do Saco, um “investimento importante para a rede de espaços turísticos a criar em todo o concelho”, disse na ocasião o presidente da autarquia, Tibério Dinis.

De acordo com nota de imprensa, o investimento na ordem dos 70 mil euros, foi candidatado à GRATER (Associação de Desenvolvimento Local das ilhas Graciosa e Terceira), que aprovou o seu financiamento, e apoiado pela Câmara Municipal da Praia na componente não elegível do apoio, isto é, ao nível dos encargos com o IVA da obra.


Para Tibério Dinis “trata-se de um investimento importante para a rede de espaços turísticos a criar em todo o concelho e a juntar já aos existentes”, frisando que “estes moinhos da Agualva, além de um atrativo turístico local, são uma forma de transmitir também às novas gerações de agualvenses a história da freguesia e a importância que ela teve no abastecimento de vários produtos à ilha, nomeadamente ao nível do milho e do trigo”.


O presidente da autarquia alertou que “o trabalho não se esgota hoje e aqui com a sua inauguração”, havendo a necessidade “de se desenvolver agora o trabalho de inclusão deste investimento nos circuitos operados pelos guiais turísticos da ilha porque fazer a obra e ela não ser devidamente conhecida no âmbito dos circuitos dos promotores turísticos não é suficiente”.


Por seu turno, a vice-presidente da GRATER, Fátima Amorim, enalteceu, a concretização dos objetivos da associação com a inauguração da obra: “Um dos nossos objetivos é a recuperação do património e da história das nossas freguesias, contribuindo para o seu desenvolvimento, para a fixação de pessoas e para a criação de novos postos de trabalho. Este projeto financiado pela GRATER cumpre todos esses objetivos”.


Na ocasião, Fátima Amorim anunciou que a associação “foi selecionada, em dezembro do ano passado, pela Direção Geral das Pescas, como entidade GAL-Pescas”, o que significa que,“a breve trecho”, esta organização de apoio ao desenvolvimento das ilhas Terceira e Graciosa vai ter “um conjunto de apoios para projetos no âmbito do setor das pescas, tais como recuperação de património, formação dos pescadores, ou atividades ligadas à indústria e transformação dos produtos da pesca”.


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