Os dados foram revelados por Rute Agulhas, responsável pelo Grupo VITA, em declarações à Antena 1 Açores.
No total, foram considerados elegíveis 95 pedidos de compensação financeira, dos quais três provenientes da Região Autónoma dos Açores.
Os processos vão agora seguir para a Comissão de Fixação de Compensação, que determinará se os pedidos serão atendidos, qual o valor e quando será paga a indemnização às vítimas. O documento final será depois enviado à Conferência Episcopal Portuguesa.
