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Livre diz que há pessoas "deixadas para trás"

O porta-voz do partido Livre nos Açores, José Azevedo, considerou que uma "economia baseada na competição e no lucro" deixa "naturalmente" pessoas "para trás" no que refere a indicadores como qualidade de vida ou sustento financeiro.

Livre diz que há pessoas "deixadas para trás"

Autor: Lusa/AO Online

"Numa economia que tem como base a competitividade há naturalmente pessoas que são deixadas para trás", considerou o dirigente do Livre e candidato às eleições deste mês, falando esta noite numa sessão 'online' dedicada ao setor cooperativo e social.

O Livre, sublinhou, defende uma economia solidária, o "oposto" de uma "economia em que o lucro é principal motor", o que "naturalmente cria desigualdades" entre as pessoas.

José Azevedo, professor universitário na área da biologia e ecologia, é o cabeça de lista pelos círculos eleitorais de São Miguel e compensação às eleições deste mês, enquanto o programador informático Nuno Rolo concorre na ilha Terceira.

Nuno Rolo, também presente na conversa 'online' de hoje, reclamou "mais apoios para o setor cooperativo e social", nomeadamente por via de fundos comunitários.

Em matéria de campanha eleitoral, o Livre aposta, esta semana, em diversas sessões na Internet focadas em dois temas: as desigualdades e a ecologia.

As legislativas dos Açores estão marcadas para 25 de outubro, com 13 forças políticas candidatas aos 57 lugares da Assembleia Legislativa Regional: PS, PSD, CDS-PP, BE, CDU, PPM, Iniciativa Liberal, Livre, PAN, Chega, Aliança, MPT e PCTP/MRPP. Estão inscritos para votar 228.572 eleitores.

No arquipélago, onde o PS governa há 24 anos, existe um círculo por cada uma das nove ilhas e um círculo de compensação, que reúne os votos não aproveitados para a eleição de parlamentares nos círculos de ilha.

O PS governa a região há 24 anos, tendo sido antecedido pelo PSD, que liderou o executivo regional entre 1976 e 1996.

Vasco Cordeiro, líder do PS/Açores e presidente do Governo Regional desde as legislativas regionais de 2012, após a saída de Carlos César, que esteve 16 anos no poder, apresenta-se de novo a votos para tentar um terceiro e último mandato como chefe do executivo.


 
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