Líder do PSD/Açores diz que os açorianos o julgarão nas urnas em 2020

Líder do PSD/Açores diz que os açorianos o julgarão nas urnas em 2020

 

AO Online/ Lusa   Regional   28 de Set de 2019, 19:52

O líder do PSD/Açores e presidente da câmara da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, constituído arguido por suspeita de corrupção, diz que os açorianos o julgarão nas urnas, em 2020, com o seu voto.

A propósito do primeiro ano de mandato (foi eleito em 29 de setembro de 2018) como líder do PSD/Açores, Alexandre Gaudêncio disse, em reposta por escrito a perguntas da agência Lusa, que “os açorianos sabem perfeitamente ver além do ruído mediático e distinguir o que está em causa”.

O líder dos sociais-democratas açorianos foi alvo de uma investigação da Polícia Judiciária por suspeita de violação de regras de contratação pública, de urbanismo e ordenamento do território na autarquia que dirige.

Para o dirigente social-democrata, "o que o está em causa nas eleições regionais de 2020 é uma escolha muito clara: manter a governação esgotada do PS, que já desistiu de encontrar soluções para os problemas da saúde, do desemprego jovem ou dos transportes; ou confiar no projeto do PSD/Açores, que apresenta uma nova geração apostada em devolver a esperança aos açorianos, dando-lhes a voz democrática que é do povo no dia das eleições legislativas regionais”.

Alexandre Gaudêncio sublinha que “os açorianos farão o seu julgamento nas urnas com o instrumento que a todos assiste e que é o mais importante: o seu voto”.

O primeiro ano de mandato de Alexandre Gaudêncio ficou também marcado por divergências com a direção nacional de Rui Rio, motivadas pela indicação de João Mota Amaral para as listas de candidatos ao Parlameto Europeu e a atribuição, pelo PSD, de um lugar sem garantia de eleição ao ex-presidente do Governo Regional, que acabou por não ser candidato.

Gaudêncio afirmou que há um princípio do qual não abdica “desde o primeiro dia: primeiro estão os Açores e só depois o PSD”.

Para o dirigente social-democrata, “sempre que as posições do PSD nacional estejam em sintonia com os interesses dos Açores, haverá uma convergência de posições entre o PSD/Açores e o PSD nacional”, destacando que “foi o que aconteceu ainda recentemente, em que o PSD/Açores escolheu a sua lista de candidatos à Assembleia da República" nas eleições legislativas de 6 de outubro "com total autonomia”.

O líder do PSD/Açores afirma que no último ano “ficou provado que o PSD/Açores tem propostas e soluções para os açorianos” através de uma “oposição firme e construtiva” que tem contribuído para “melhorias nas condições de vida" da população.

O dirigente exemplifica com os preços dos combustíveis, uma vez que “se não fosse a ação do PSD/Açores, os açorianos estariam hoje a pagar muito mais pela gasolina ou gasóleo”, tendo o Governo Regional do PS “deixado de cobrar impostos sobre os combustíveis acima do que estava definido na lei”.

Segundo o social-democrata, foi também “devido à persistência do PSD/Açores que o Governo Regional se viu obrigado, após anos de recusas, a aumentar a remuneração complementar”.

Alexandre Gaudêncio aponta ainda um “vasto conjunto de propostas na área da saúde, em nome dos açorianos que esperam anos e anos por uma consulta ou por uma intervenção cirúrgica”, destacando o "cheque cirurgia" para todos os doentes que ultrapassarem o tempo máximo de resposta garantido que está previsto na lei.


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