Segurança

Lei Segurança Interna é "considerável avanço" para a região


 

Lusa/AO online   Regional   5 de Set de 2008, 11:14

O Governo açoriano considera que a nova Lei de Segurança Interna, recentemente promulgada, representa um considerável avanço para o arquipélago em relação à situação anterior, rejeitando críticas do PSD/Açores sobre esta matéria.
Na quinta-feira, o grupo parlamentar do PSD/Açores afirmou que o presidente do Governo Regional socialista, Carlos César, sofreu uma "derrota", depois da Lei de Segurança Interna não prever a possibilidade da região autónoma coordenar a PSP.

    Após uma reunião com o presidente da Câmara Municipal da Lagoa, o vice-presidente da bancada social-democrata, José Manuel Bolieiro, salientou que em causa está uma "derrota do presidente do Governo Regional e do PS em convencer a maioria parlamentar na Assembleia da República e o Governo para uma alteração da Lei de Segurança Interna favorável aos interesses da segurança pública nos Açores".

    Na resposta, o secretário regional da Presidência, Vasco Cordeiro, sublinhou que a nova Lei representa "um considerável avanço, especialmente no que respeita à consideração das competências do executivo regional, da Assembleia Legislativa, em especial, e da autonomia”.

    A nota do executivo açoriano alegou ainda que, "na ânsia de criticar o presidente do Governo", o PSD/Açores "não percebe" as vantagens do novo diploma e criticou os sociais-democratas por estarem "interessados em atacar o presidente do Governo Regional", cujo trabalho tem sido de "constante sensibilização junto do Governo da República para as necessidades da região".

    Para o secretário da Presidência, "face a esse empenho, o Governo Regional consegue resultados concretos" na dotação de meios para as forças de segurança nos Açores, caso das esquadras dos concelhos de Povoação, Nordeste, Horta, Vila Franca do Campo.

    Ao nível do reforço dos meios humanos, o executivo dos Açores tem manifestado junto do Governo da República as necessidades da região” e considerou que os “reforços já decididos são importantes, mas não suficientes", referiu.

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