Grupo Folclórico da Relva mantém viva a tradição há 50 anos

O Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva celebrou 50 anos de atividade dedicados à preservação e divulgação das tradições populares da freguesia e da ilha de São Miguel



O Grupo Folclórico de Cantares e Balhados da Relva celebrou 50 anos de atividade, foi fundado a 29 de junho de 1976 e nasceu dentro de um grupo juvenil da freguesia, passando mais tarde pela Casa do Povo local, antes de assumir a sua autonomia institucional.
Ao longo destes anos, o grupo tem desenvolvido um trabalho contínuo de recolha, preservação e divulgação das tradições populares, sobretudo no que diz respeito às danças, cantares e trajes característicos da freguesia da Relva e da ilha de São Miguel.
Segundo a nota de imprensa enviada, o Grupo Folclórico da Relva realizou centenas de atuações em todas as ilhas dos grupos Oriental e Central, na Madeira e em várias regiões de Portugal continental.
No que diz a respeito a apresentações internacionais, o grupo representou a cultura açoriana em países como Alemanha, Bélgica, Brasil, Canadá, Espanha e França, incluindo uma atuação no Parlamento Europeu, em Bruxelas.
O coletivo é também responsável, em parceria com a Junta de Freguesia da Relva, pela organização do Festival de Folclore da Relva - Mostra Folclórica do Atlântico, cuja a 31.ª edução está agendada para 31 de julho, integrada nas Festas de Nossa Senhora das Neves, lê-se na nota.
O grupo tem contribuído ainda para a investigação e preservação do património, a nota sublinha o trabalho feito na década de 1990, altura em que se recuperou e documentou os trajes tradicionais micaelenses, em colaboração com o Museu Carlos Machado e acompanhado pela etnógrafa Sílvia Fonseca e por Augusto Gomes dos Santos, então presidente da Federação do Folclore Português, lê-se.
No que diz respeito às suas atuações, o grupo continua a interpretar o repertório tradicional de São Miguel e a tocar os instrumentos emblemáticos da música popular açoriana, como a viola da terra, o violão, o tambor e os ferrinhos, mantendo sempre viva a herança cultural que atravessa gerações, conclui a nota. 

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