Governo dos Açores destaca “importância vital” dos cabos submarinos para arquipélagos

Governo dos Açores destaca “importância vital” dos cabos submarinos para arquipélagos

 

Lusa/AO Online   Regional   25 de Jan de 2018, 07:50

O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, realçou esta quinta-feira na Madeira a necessidade de as regiões autónomas abordarem as ligações por cabos submarinos, considerando que é uma questão de "vital importância" para os dois arquipélagos.

"É isto que consta da reunião de trabalho de ontem [terça-feira] quanto à utilidade/necessidade de avançarmos rapidamente na abordagem a um assunto de importância vital, quer para a Região Autónoma da Madeira, quer para a Região Autónoma dos Açores, que tem a ver com os cabos submarinos e com as acessibilidades em termos de comunicações, não apenas para as populações, mas para a economia de cada uma das regiões", afirmou.

Os presidentes dos executivos regionais visitaram hoje duas empresas da Zona Franca da Madeira, localizada no Caniçal, concelho de Machico, na zona leste da ilha, no âmbito da Cimeira Atlântica Madeira/Açores, que termina na quinta-feira.

"Há a ambição de levar isto mais além", disse Vasco Cordeiro, referindo-se à cooperação entre as duas regiões autónomas, depois de visitar a empresa de biotecnologia Madebiotech e a empresa de telecomunicações Eutelsat.

O governante açoriano salientou, por outro lado, que o balanço dos acordos celebrados na primeira cimeira, que decorreu nos Açores em 2016, é "francamente positivo" e culminou em "desenvolvimentos concretos" em benefício de açorianos e madeirenses, em diversas áreas, como pescas e assuntos europeus.

O presidente do Governo Regional da Madeira destacou, por seu lado, a importância do Centro Internacional de Negócios, onde se integra a Zona Franca, considerando o impacto na receita fiscal e no desenvolvimento tecnológico da região.

"Este Centro Internacional de Negócios, aprovado pela União Europeia e com os benefícios fiscais da União Europeia, existe no sentido de reconhecer que uma região como a nossa [ultraperiférica] precisa de garantir receitas fiscais para assegurar o financiamento dos seus serviços sociais", afirmou Miguel Albuquerque.



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