Frederico Morais luta pela manutenção no circuito mundial de surf, trio disputa título

Frederico Morais luta pela manutenção no circuito mundial de surf, trio disputa título

 

Lusa/Ao online   Outras modalidades   14 de Out de 2018, 11:33

O português Frederico Morais vai iniciar a etapa de Peniche do circuito mundial de surf no 22.º lugar do ‘ranking’, o último que garante a permanência entre a elite em 2019, enquanto um trio disputa o título de campeão.

O Meo Rio Curl Pro Portugal, 10.ª e penúltima etapa do circuito, que vai ser disputado entre terça-feira e 27 de outubro, na praia de Supertubos, vai ajudar a definir o futuro de ‘Kikas’, que foi 14.º no ano passado, numa competição em que também vai participar o campeão nacional, Miguel Blanco, graças a um ‘wild card’.

O desempenho do único português no circuito tem sido menos regular este ano, tendo como melhor resultado o quinto posto alcançado no Rip Curl Pro Bells Beach, na Austrália, numa temporada em que já soma três eliminações na segunda ronda, em Bali, na piscina de ondas da Califórnia e, na mais recente etapa, em França.

O surfista natural de Cascais tem como melhor desempenho em Peniche o quinto lugar obtido em 2015 [chegou aos quartos de final], então com um ‘wild card’, quando eliminou o norte-americano Kelly Slater na repescagem, seguindo-se a chegada à terceira ronda (13.º) no ano seguinte e à quinta (9.º) em 2017.

Além de ‘Kikas’, também vão disputar o Meo Rio Curl Pro Portugal os portugueses Vasco Ribeiro, graças a um convite da organização, e Miguel Blanco, que garantiu a presença com a recente conquista do título nacional.

O campeão do mundo de juniores de 2014, atual 20.º do circuito de qualificação, vai disputar pela terceira vez a prova penicheira, depois de ter chegado às meias-finais em 2015, naquele que é o melhor resultado de um português na competição, e à terceira ronda em 2017.

Blanco, 102.º na qualificação, vai disputar pela segunda vez a prova penicheira, depois de, em 2015, ter sido batido pelo havaiano John John Florence, que viria a vencer a prova e a conquistar o seu primeiro título mundial.

O agora bicampeão do mundo vai falhar a etapa de Peniche, devido a uma grave lesão no joelho, naquela que será a sua quinta ausência por lesão esta temporada, e permanece afastado da disputa pelo título mundial.

Nesta ‘luta’ estão os brasileiros Gabriel Medina, que subiu à liderança após a etapa francesa, e Filipe Toledo, segundo da hierarquia, assim como o australiano Julian Wilson, que consolidou o lugar mais baixo do pódio com a vitória no Quiksilver Pro France.

Medina, o primeiro brasileiro a sagrar-se campeão do mundo, em 2014, soma 51.770 pontos, mais 320 do que Toledo, que tem como melhor desempenho o quarto lugar em 2015, e mais 4.645 do que Wilson, terceiro do circuito no ano passado.

Toledo já venceu a prova portuguesa, em 2015, tal como Wilson e Medina, que se defrontaram nas duas finais disputadas em Peniche, tendo o australiano levado a melhor em 2012 e o brasileiro em 2017.

A partir de terça-feira, Peniche recebe a elite do surf mundial pela 10.ª vez consecutiva, depois da estreia, em 2009, com a organização do Rip Curl Search.




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