Açoriano Oriental
Erosão na zona da Lajinha foi estudada em fevereiro, diz Governo dos Açores

A secretária regional dos Transportes e Obras Públicas dos Açores garantiu esta sexta feira que a última vistoria à erosão da orla costeira da zona da Lajinha, no Faial, foi feita em fevereiro e não revelou perigo para as residências.

Erosão na zona da Lajinha foi estudada em fevereiro, diz Governo dos Açores

Autor: AO Online/ Lusa

Ana Cunha afirmou que a erosão na orla costeira daquela zona é “uma situação monitorizada permanentemente, com muita frequência e de há longos anos”, e adiantou que “a última vez que foi vistoriada foi em fevereiro deste ano, para avaliar a situação, na sequência da passagem do furacão Lorenzo”.

Questionada pelos jornalistas sobre esta matéria, depois de terem sido entregues, na quinta-feira, no parlamento açoriano, requerimentos do PCP e do PSD sobre essa matéria, a governante revelou que a última inspeção, levada a cabo pelo Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) mostra “dados importantes” e que “sossega” o executivo, “no sentido de demonstrar que não houve um agravamento da situação na sequência da passagem do furacão Lorenzo”.

“Dá-nos, também, indicação de que aquelas medidas que já tinham sido tomadas, em termos de circulação rodoviária, nomeadamente desvio de trânsito de pesados para a variante naquele troço”, eram adequadas, prosseguiu.

No requerimento entregue na Assembleia Legislativa, e em comunicado enviado hoje às redações, o PSD/Açores criticava “a falta de resposta do Governo Regional” a um requerimento apresentado em dezembro de 2019 sobre esta matéria e questionava se tinha sido feita uma vistoria ao local pelo LREC após a passagem do furacão Lorenzo.

Já o PCP indaga sobre o conhecimento que o Governo tem acerca das “cavidades e derrocadas” daquela zona, bem como das condições de segurança da orla costeira, questionando ainda se o executivo tenciona “intervir urgentemente” na Laginha.

Sobre a segurança naquela zona, Ana Cunha garantiu, que, “neste momento, as casas não estão em perigo de ruir, não estão em perigo na sua estabilidade”.

A avaliação está “também dependente de uma visita por mar, porque a erosão é ao ponto de existiram cavidades – grutas – que poderão afetar, naquilo que nos ocupa, a estrada regional 1, e é essa e tem sido sempre essa a nossa preocupação”, acrescentou.

Para já, está a ser estudada a hipótese de encerrar uma faixa de rodagem junto à arriba, de forma a que “o trânsito se efetue só num único sentido, nomeadamente entre a rotunda da Feteira e a Rua das Canadinhas”, adiantou a secretária regional.



 
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